segunda-feira, 30 de abril de 2012
Recomendo, recomendo, recomendo!
Sou assumidamente fã da Marvel. Da DC Comics também, mas da Marvel muito mais. Assim, quando me falam da transposição cinematográfica dos comics que tanto adoro, claro que fico em pulgas feita geek. No entanto, não estava lá muito confiante no que viria ser o filme dos Vingadores (The Avengers)... Talvez pelo facto da indústria cinematográfica me ter desiludido um bocadinho (a sério!) no Thor e no Capitão América (dois co-protagonistas dos Avengers), talvez pelo facto dos trailers de hoje em dia já não serem o que eram...*
De qualquer das formas, vi e adorei. Gostava de ficar mais umas horas a ver mais, muito mais.
Considerações:
- Tive pena de não terem explorado tanto quanto gostaria a personagem da Viúva Negra (a Scarlett Johansson, mesmo de maminhas mais pequeninas continuas a ser um mulherão...);
- Gostava que tivessem metido (mesmo fora do filme) uns X-men pelo meio, mas o Stan Lee & companhia lá sabem!
- O Mark Ruffalo é o melhor Hulk de sempre! Mesmo em termos de caracterização, está muito parecido com o Hulk da BD...
- A personagem do Thor está muito melhor neste filme no que do próprio "Thor".
- Ver a Cobie Smulders (aka Robin Scherbatsky - How I Met Your Mother) na S.H.I.E.L.D. não me fez confusão nenhuma... não existiu, da minha parte, qualquer tipo de prendimento da actriz à personagem de HIMYM, o que é óptimo! Odeio quando os actores ficam eternamente ligados a uma personagem...
- O Tony Stark é qualquer coisa de espectacular... e é um plus valiosíssimo em todo o filme. Tanto que me fez ver o Iron Man I e II, ontem à tarde. (sim, nunca tinha visto)
Resumidamente: para quem gosta destas coisas, faxabor assistir ao filme! Vale muito a pena.
*Isto não vale para o trailer do Batman que aí vem... está simplesmente brutal!!!!!
sábado, 28 de abril de 2012
Nos dias de perturbação existencialista...(i.e. aqueles mesmo maus)
Nesses dias, tenho uma particularidade muito estranha... só me contento com as músicas dos grandes, e dos insubstituíveis...
quarta-feira, 18 de abril de 2012
Mais um surto psicótico da Natalie Portman?
O JN diz-nos que:
"Um homem, de 37 anos, afogou-se num lago nos arredores de Chicago, nos Estados Unidos, depois de ter sido atacado por um cisne. (...) Um dos cisnes atacou a embarcação, fazendo com que Anthony caísse à água, contou o xerife Tom Dart à BBC. O homem tentou nadar até às margens, mas testemunhas contaram às autoridades que o animal o impediu, colocando-se sempre à sua frente. Anthony acabou por afogar-se."
Isto anda muito mal parado quando os animais que a Disney nos deu como "fofinhos e lindinhos" andam por aí a assassinar pessoas. Não bastava o animal ter atirado o homem à água... nããããão. Tinha que colocar-se à frente dele e não o deixar chegar à margem. Muito bonito da sua parte senhor cisne. Considerando que se encontra nos EUA, arrisca-se a ser condenado à pena de morte e virar arroz de pato. Mas tudo bem.
Esta coisa dos cisnes nunca mais foi a mesma coisa desde que a Natalie Portman deu uma de Leopoldina gótica. Até essa data os cisnes eram uma coisa fofinha, simbolizavam o romantismo (na Cinderela aparecem cisnes quando ela está na ponte com o Príncipe. É romântico, 'tá?!). Parece-me portanto que os mesmos conseguiram aceder ao filme e desde então que andam por aí a germinar ideais homicidas, em forma de culto demoníaco. Assim sendo, aconselho-vos a evitarem parques e demais sítios povoados pela espécie. Morrer é chato, mas pior é "no além" confrontarem-se com os demais e dizerem que foram deliberadamente assassinados por um cisne. É triste.
sexta-feira, 23 de março de 2012
Amor à primeira vista - ou algo muito semelhante.
Não vi, ouvi, mas perdi-me por esta música mal a ouvi na rádio (há cerca de 15 minutos, na Antena 3). Apontei partes da letra no telemóvel para iniciar a minha busca Google, e, maravilha das maravilhas, tive sorte! Cá vos deixo o meu mimo já em modo de final de semana. Vá lá... Ouçam a jovem, tem uma voz muito doce.
sexta-feira, 16 de março de 2012
ZONA DE MATOSINHOS
Faço um apelo aos bloggers do Porto para divulgarem esta foto... Não custa nada e pode fazer a diferença... É importante que este gatinho seja conhecido para ser facilmente identificado.
Para o caso de se encontrarem numa situação semelhante (ou por prevenção) aconselho a lerem isto:
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
Este conselho é por conta da casa.
Quando alguma coisa cá dentro* vos diz que se está a passar algo de errado, que a pessoa "x" não nos inspira confiança, que "y" tem a mania (aquele juízo bitchy que fazemos sem sequer conhecermos a pessoa), que estamos a ser endrominadas à força toda...
Então, meus caros e minhas caras, não se façam de surdos e prestem bem atenção. Essa "voz" é bem capaz de ter razão, ainda que isso só se comprove no fim. E não se limita apenas às más impressões, às más sensações. Vale também para as inexplicáveis empatias, os estranhos fascínios por alguém acabado de conhecer, mesmo com um simples "olá" (lamento, mas o clássico "you had me at hello" faz-me sentido).
E isto sim, é uma constante "true story".
*criancinhas na barriga não contam.
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
Pode ser que um dia consiga ser uma vendida... mas por agora não dá!
Não consigo. Não me dá jeitinho nenhum. E não entendo muito bem quem goste.
Touch'cenas.
Não gosto. Eu cá sou pessoa de teclas. Não gosto de ver um visor com impressões digitais, com manchas. Tenho uma mania de andar sempre a limpar o visor do meu velhinho (quase a fazer 6 anos, mas fiel e robusto) Nokia N73. E não é touch. Além disso não tenho lá muito jeito para a coisa. Se isso faz de mim uma espécie em vias de extinção? Ora pois claro que faz... E eu que me importo! Sei que virá o dia em que lá terei que me render... em que terei que meter o dedinho e andar a deslizar quem nem uma doida. Mas hoje não. Nem hoje, nem amanhã. Talvez pro ano... Não sei. Mas até lá, eu, Corset Maria da Conceição, estarei virada prós botõezinhos, prás teclazinhas, tá? Muito obrigada.
Não é o caso. Mas e se fosse?
Por amor, e pelo amor:
Há quem mude de atitude.
Há quem mude hábitos de alimentação.
Há quem mude de vícios.
Há quem mude de cor de cabelo.
Há quem mude de estilo de roupa.
Há quem mude de canal de televisão.
Há quem mude de cidade.Há quem mude muitos defeitos.
Há até quem mude qualidades.
E poucos serão os que arriscarão censurar ou criticar tal mudança.
Mas será que, também por amor, alguém muda de clube de futebol sem passar por um profundo olhar de reprovação de quem considera que se trata de um vil acto de traição à pátria e à própria essência da pessoa? Não me parece.
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
Mais uma lavagem cerebral da Disney...
Sou fã da Disney desde que me conheço, no entanto, admito que algumas "coisinhas" podiam ser diferentes se me tivessem escapado um ou dois filmes. Podia ter uma queda hippie muito menos acentuada se não tivesse visto a Pocahontas, por exemplo. Podia não ligar puto aos "o-teu-pai-é-careca", se não tivesse visto aquela cena d' A Bela e o Monstro, and so on.
E, neste caso, podia gostar de gatos siameses... caso não tivesse visto o filme "A Dama e o Vagabundo", por sinal, dos primeiros filmes da Disney que me lembro de ver.
Há quem adore esta raça de gatos. Eu simplesmente não gosto nada, nada, nada deles. E não é uma questão estética, nem de particularidade ou personalidade da raça. Simplesmente porque eram os cabrões que adormentavam a cadelinha Lady que eu tanto adorava. E por isso mesmo, por toda a sacanagem que lhe fizeram... eu, Corset Maria, muito pirralhinha, jurei nunca gostar de gatos siameses. E ainda assim é, até aos dias de hoje.
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
Lamento mas isto tem que ser partilhado!
Depois de ler, pensei em fechar a janela do Público online e tentar esquecer. Mas achei que não devia. Por muito que me repugne, isto tem que ser partilhado, tem que ser falado, tem que ser alvo de mediatização, de exploração até ao tutano, e de revolução.
Não se trata de impor um estilo de vida diferente a uma cultura distinta da nossa. Trata-se de pura lógica e sentido de humanidade. As tradições não são absolutas. Há tradições absurdas, injustas e desumanas que não deixam de ser contestadas por quem escolhe olhar mais longe, para além do véu do comodismo e da ignorância. As tradições, os costumes, os hábitos sociais não existem, no seu todo, sem algum tipo de contestação, muitas vezes acertada (como eventualmente se verifica passado um bom período de tempo). Há quem as defenda com unhas e dentes, muitas vezes com medo de perder algo (poder, dinheiro, prestígio ou mero prazer), e há quem lhes resista, reivindicando o que lhes pertence por direito (igualdade, civismo, tolerância, respeito, "humanidade").
Não tolero, não compreendo, nem muito menos respeito quem condena uma mulher violada por um homem casado, por crime de adultério e a lança para uma prisão, grávida, onde terá de permanecer por 12 anos, com o fruto dessa violação: a sua filha. Assim castigam-se duas vidas inocentes: a mãe, que foi agredida física e emocionalmente através de uma das formais mais repugnantes, estigmatizantes e cruéis que o leque da violência nos pode proporcionar. E a filha. Que é resultado de um momento traumatizante da vida da mãe e que, sem culpa, a acompanha encarcerada numa prisão.
Mas eis que é concedida uma solução à "pecadora". A sua alternativa ao cárcere será o casamento... com o violador, "claro", de forma a restaurar a sua honra e redimir o seu crime. Note-se, ainda, que caso a jovem opte casar com o agressor (que provavelmente o fará, de forma a salvar a vida da sua filha), ficará ainda sujeita às eventuais agressões da família do atacante, visto que a jovem desonrou o seu bom nome ao identifica-lo como violador. Pois claro. Corre risco de vida.
Assim sendo imaginem:
A vossa filha/irmã/melhor amiga/namorada. Imaginem que foi violada. Imaginem o que é um homem que não nos diz nada, ou que causa mesmo repulsa, arrancar-lhe a roupa à força, agarrá-la, penetrá-la à força. Imaginem o que é sentir um corpo estranho, intruso, dentro de nós, sem a menor vontade, com a maior resistência, nojo, frustração, raiva e terror. Imaginem esse ser ejacular dentro de nós. E meses mais tarde, termos um filho. Dele.
Imaginem agora, depois de todo esse trauma, em que o que mais desejamos é que esse homem seja punido pelo que fez... somos acusadas de adultério por termos praticado sexo com um homem casado. Somos condenadas a 12 anos de prisão por tal crime, onde criaremos a nossa criança, que nascerá já privada de liberdade. E o que nos resta de esperança, é casarmo-nos com o homem que nos retirou o pouco de orgulho, pureza e amor próprio que tínhamos dentro de nós, e nos colocou, ainda, numa cadeia.
Depois disto, não posso continuar a acreditar que se tratam de culturas meramente distintas, cada uma ao seu jeito e que não podemos impor regras a outros povos. Quem não sabe defender os seus, não merece ter o poder. Quem não quer evoluir, não pode ter nas mãos o poder que usa para menosprezar, torturar, pisar quem é seu semelhante, mas de género diferente.
E eu pergunto-me: os cabrões dos EUA ainda não "encontraram petróleo" no Afeganistão porquê? Não lhes dá jeito não é? São a porra dos donos do mundo, e preferem brincar às bombas de gasolina em vez de agir pela protecção de direitos de quem não tem direito à igualdade e a um mínimo de respeito. E não tragam argumentos de que as próprias mulheres são assim: eu sei. Mas até um porquinho da índia com uma lavagem cerebral pode começar a comer hamburguers ao pequeno almoço. É tudo uma questão de opressão.
Mas o que mais dizer? É a merda da humanidade que temos.
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
terça-feira, 25 de outubro de 2011
Todos os blogs têm um post existencialista. Ou pelo menos deviam ter.
Podia fazer disto um blog pseudo-intelectualóide. Mas não faço.
Podia fazer disto um antro de devaneios e constatações filosóficas. Mas não faço.
Podia fazer disto uma coisa muito erudita. Mas não faço (e recuso-me em fazê-lo!)
Podia fazer isto, podia fazer aquilo, podia fazer como aquele, como aquela, como aqueloutro. Mas não quero, e não faço.
Mas então o que raio é este blog? É o meu poço de parvoíce, o meu chavascal, a minha poça de lama para onde atiro as barbaridades sem filtro que me correm pelo cérebro, é o vazio no qual emprego as minhas piadas estúpidas, sem piada, brejeiras e mal educadas. E daí? A única pessoa que quer saber verdadeiramente disto sou eu. O resto é bemvindo para ler e, se bem lhe apetecer, contribuir com um comentário (que, diga-se, se pretende que contribua com alguma coisa para o interesse ou desinteresse da questão). Nada mais do que isso.
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Change.
If you knew that you would die today,
Saw the face of God and love,
Would you change?
Would you change?
If you knew that love can break your heart
When you're down so low you cannot fall
Would you change?
Would you change?
How bad, how good does it need to get?
How many losses? How much regret?
What chain reaction would cause an effect?
Makes you turn around,
Makes you try to explain,
Makes you forgive and forget,
Makes you change?
Makes you change?
If you knew that you would be alone,
Knowing right, being wrong,
Would you change?
Would you change?
If you knew that you would find a truth
That brings up pain that can't be soothed
Would you change?
Would you change?
Saw the face of God and love,
Would you change?
Would you change?
If you knew that love can break your heart
When you're down so low you cannot fall
Would you change?
Would you change?
How bad, how good does it need to get?
How many losses? How much regret?
What chain reaction would cause an effect?
Makes you turn around,
Makes you try to explain,
Makes you forgive and forget,
Makes you change?
Makes you change?
If you knew that you would be alone,
Knowing right, being wrong,
Would you change?
Would you change?
If you knew that you would find a truth
That brings up pain that can't be soothed
Would you change?
Would you change?
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
fuck.
Desengane-se quem pensa que a morte de Steve Jobs é um facto insignificante e passível de ser ignorado. Não é. Foi um visionário que conseguiu, de facto, mudar o mundo. E isso não está ao alcance de todos. É daquelas mortes que me deixam verdadeiramente triste, com um sentimento de perda. E acho que não vale a pena dizer muito mais...
terça-feira, 4 de outubro de 2011
'Daquelas coisas em que mal ouvi pensei: "tenho que partilhar isto com o mundo"
Hoje, ao sair do carro, no parque de estacionamento, um senhor passou por mim (ao longe, hein! aí uns 5 metros!) e deu um valente e sonoro... fófó. E sim... fez eco (até porque era cedo e o parque não estava muito cheio).
Thanks, but no thanks.
Andava eu na minha deambulação diária pelo ebay quando dou de caras com este pendente (sim, estava colada na bijuteria... que surpresa!!!):
Ora expliquem-me caros/as leitores/as como é que alguma mulher consegue andar com um bicho ao peito? Bicho esse que mais me parece uma barata (das grandalhonas)?!?!? Refira-se, para não conduzir ninguém em erro, que o animal em questão não é uma barata, pelo menos não é apresentado como tal, mas sim uma cigarra... ainda assim... what tha fuck?!?!?!??!?!
Eu juro, juro, juro, juro, juro (e não estou a exagerar) que mesmo sabendo que se trata de um pendente, se o visse no meu peito morria de susto sempre que olhasse para ele. E só quando me habituasse ao mesmo é que conseguiria dar uma olhadela, mas sempre com a maior cara de nojo... É uma coisa que me ultrapassa... aliás até estou a escrever aqui à toa para a imagem de cima desaparecer por causa deste mar de texto... é nojento. E dá-me pesadelos. A sério.
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
Dizem que o mundo acaba...
... Em 2012! E eu cá não tenho tempo para mariquices dessas, tenho uma tese para defender em Janeiro, tá?!
{este drama todo porque acabei de saber a data da defesa... sinto-me uma pequena formiga a ter uma overdose de açúcar só de olhar para um montezinho branco!!!!}
Eu sei que até somos muitos por aí... por isso unam-se!!! Em nome da soneca!!!
[ai Bela Adormecida... és tão menina!!!]
Se tenho algum dom, qualidade, mais-valia, ou seja lá o que for que me distingue da maioria das pessoas, esse será, definitivamente, o seguinte: a minha capacidade para dormir. Em qualquer lado. Com qualquer barulho. (um bocadinho exagerado, eu sei, mas é por aí...).
Eu, Corset Maria da Conceição, já tive a proeza de, sóbria da minha vida, ter um soninho descansado, em pleno Festival Sudoeste entre os Palcos onde tocavam Faith no More e Freshkitos... Coisas barulhentas, portanto (lembro-me apenas de adormecer ao som da Easy).
Sou também aquela pessoa irritante que consegue dormir nas viagens de carro de várias horas (quando digo várias horas falo de 17, 20 horas...).
Durmo sentada, durmo deitada, na cama, no chão, numa cadeira de escritório, no que se arranjar! É vício, é prazer e é necessidade. Felizmente lá me habituei à ideia de esquecer as minhas 10 horas diárias de sono... (que nos fins de semana passavam confortavelmente a 12 horas...). É que acabo por me tornar na minha própria vítima... adoro dormir, mas não quero fazê-lo tanto. É que convenhamos que desperdiçar metade do vosso dia a dormir, a não fazer nenhum... é puro desperdício! Sabe bem... mas é estúpido!
No entanto, redescobri um pequeno prazer: a sesta. Unicamente possível com o meu gabinetezinho privado no trabalho. Ora então aqui a miss almoça no trabalho, tranca a porta, fecha as cortinas/estores, arranja uma posição algo MacGyveriana para o efeito e tem 1 horinha de puro descanso e silêncio... e sinto-me uma heroína por conseguir!
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
Vai-se a ver e "nas meninas" do Red Light District alergias, nem vê-las!
[Hey! you...it's time for meds!]
Lembram-se deste post?
Pois é, ontem testei a teoria. Confirma-se.
(e recomenda-se, à falta de Aerius por perto...)
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Porque pelos vistos não quero mesmo dar cabo disto...
Resolvi mudar-lhe a cara.
Ainda está em experimentação!
(que eu cá sou um bicho esquisito).
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