... da cidade que me consegue arrancar suspiros e sorrisos a cada vez que atravesso a ponte, a cada vez que espreito pelas suas ruas estreitas, a cada vez que ouço a pronúncia do Norte polvilhada de barbaridades contra as mães dos indivíduos que discutem, a cada demonstração sincera de simpatia e afecto, a cada pôr do sol que nos explica o porquê do nosso rio ser d'Ouro, a cada amigo que encontro, a cada cara familiar que cruzo na rua... a cada coisa, por insignificante que seja, que me faz sentir em casa.
"(...) ainda vivo o que te dei
Ainda sei quanto te amei
Ainda desejo o teu amor"
Porto.















